quarta-feira, 5 de março de 2014

A Importância do Aleitamento Materno quando o bebê está doente


E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom;
Gênesis 1:31

Não tem coisa mais preciosa para um bebê doente que o aleitamento materno. A cada susto que passamos com os bebês (lembro também quando o Garotão mamava), percebo o quanto o fato de serem amamentados são cruciais para a recuperação deles.
Nessa última vez que a Princesa (11 meses) adoeceu (contei aqui), o meu maior desespero foi quando ela colocava até o leite materno para fora. Se não fica nem o leite materno, o que é que ficaria no estômago dela?
Quando fomos para o Pronto Socorro, a médica recomendou que ela não mamasse até que desse ao menos 20 minutos após a aplicação da medicação venosa. Foi o momento mais doloroso para mim. Afinal, como consolar a Princesa depois de tantas furadas para achar a veia?
Foram apenas 20 minutos... E ela voltou a mamar. E, em meio a tantas crianças com os mesmos sintomas, ela era a única que conseguia aceitar alguma alimentação, no caso, o peito. E, graças a Deus, depois da medicação, o leite materno (LM) começou a ficar no estômago.
E, o que eu mais ouvia no repouso do PS, enquanto ela e várias outras crianças estavam no soro por causa da gastroenterite viral era: “Graças a Deus, ela mama! Porque, pelo menos ela está se alimentando! Aqui, o meu filho não consegue nem beber água!”
Durante os 10 dias, apenas a Princesa aceitou apenas o Leite Materno e um pouquinho de água. Nada de comida, nada soro... apenas Leite Materno. Foram 10 dias de novo Aleitamento Materno Exclusivo... E, mesmo assim, a Princesa perdeu quase um quilo.
Por isso, eu sempre digo  quanto é importante manter o bebê no peito mesmo após os seis primeiros meses exclusivos... Isso não garante que o bebê não vai adoecer, mas garante que a recuperação dele será muito, muito melhor do que se não estivesse no peito.
Aleitamento materno, mesmo depois dos seis meses, é tudo de bom!