quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Assustando as professoras



Para onde me irei do teu espírito, ou para onde fugirei da tua face?
Se subir ao céu, lá tu estás; se fizer no inferno a minha cama, eis que tu ali estás também.
Se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades do mar,
Até ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá. 
Salmos 139:7-10

Gente, o nosso garotão (3 anos 2 meses) deu um susto enorme em suas professoras na escola. Fui pegá-lo na escola e juntaram as professoras da sala dele, mais as professoras da outra turminha do grupo II para me contarem a grande do dia.

Durante a brincadeira no pátio, a estagiária saiu para fazer um lanche, ficando a professora e a apoio. De repente, elas olharam e não viram mais o meu filho. Foram direto saber se ele estava com a estagiária. Não estava.

Então, começou a procura. Olha tudo, procura dentro das salas, procura em outro parquinho, procura e nada de acharem o menino. Até que juntou a professora do outro grupo II e ela começou a procurar dentro dos baús de brinquedos, embaixo dos brinquedos, e nada do menino. A outra professora começou a chamá-lo pelo nome, mas ela sabia que ele não iria respondê-la. Elas tinham certeza que ele não tinha saído, pois tudo estava fechado, mas onde será que o garotão teria se enfiado?

Até que alguém olhou de outra sala, em outra posição e o acharam atrás da árvore. Todas as professoras disseram que elas passaram por ali diversas vezes e não o viram. Segundo elas, ele estava bem retinho, escondinho, de lado... Foi um alívio para todas. E, elas disseram que depois o caso rendeu boas gargalhadas.

E, elas perguntaram se ele já fez isso em casa. Contei uma vez que o Garotão se escondeu atrás da cortina da sala... É incrível como ele passa desapercebido e quietinho... realmente assusta a gente mesmo quando se esconde!!!

Fiquei com dó das professoras... realmente elas levaram um susto e tanto!!
Ainda bem que sabemos que o Senhor estava com ele e que tudo não passou de apenas uma brincadeira!


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Parceria família x escola: quando os resultados aparecem



Eu não sabia que essa parceria família x escola poderia dar certo tão rápido! Claro, na verdade, é coisa de mamãe coruja, né? Mas, vou contar pra vocês.
Depois que eu falei na escola como as coisas funcionam em casa, uma semana depois a professora veio falar comigo. É que o nosso Garotão, de uma hora para outra começou a falar e está demonstrando agora tudo o que ele veio aprendendo em silêncio. Sabe o que a professora disse? “Esse garoto sabe mais que todos os alunos da sala!” Tá, pode não ter sido exatamente isso (mãe coruja é assim  mesmo, né?), mas foi a essa conclusão que eu cheguei.
A professora dele disse que ele reconhece todas as letras do alfabeto (exceto o Q, que ele confunde com o O), soletra o nome, e fala todas as letras de todos os nomes dos coleguinhas... Uma graça.
Mas, isso só acontece porque a parceria com a escola está dando certo. E, por causa do esforço das professoras que cercam o nosso Garotão. Elas dão atenção às necessidades dele, elas dão tempo para que ele se expresse do jeito dele, tem paciência com ele... enfim, tudo isso que meu filho conquistou só foi conseguido porque ele tem professoras maravilhosas.
Então, vou concluir esse post agradecendo a essas meninas maravilhosas, que tem sido mais que parceiras, tem sido verdadeiras amigas! Que Papai do Céu abençoe muito vocês e que todas as crianças que passarem por vocês possam sentir também todo esse carinho!

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Cuidado neném!!!



Amarás o teu próximo como a ti mesmo. 
Mateus 22:39
O nosso garotão e o nosso bebezinho estão crescendo... aqui a barriga já está começando a aparecer e o garotão ama apontar o neném na barriga. Ainda fico toda boba quando ele apresenta a família toda incluindo o neném.

Apesar desse amorzinho todo, estamos com uma dificuldade para lidar. Nosso Garotão não entende que certas brincadeiras que nós fazíamos antes da gravidez não podem ser feitas hoje porque pode machucar o neném. Imagina explicar para uma criança que não dá mais para pular na barriga? E ainda, pra uma criança com desordem sensorial em relação à dor...

Por exemplo: hoje o nosso Garotão veio correndo pela casa, pisou num brinquedo, escorregou e foi de joelho na porta. Eu saí correndo, peguei-o no colo, mas ele já desceu correndo para brincar de novo. Perguntei se fez dodói, mas ele ignorou. Como explicar pra ele que se pular na barriga vai fazer dodói no neném?

Aí, eu falo com ele: Cuidado neném! Ele morre de rir e tenta pular na minha barriga de novo... para ele, falar ‘Cuidado neném!’ é como fosse uma brincadeira... ele morre de rir. Ele não consegue compreender a extensão dos atos dele. Tudo é uma grande brincadeira!
Apesar disso, ainda carrego o meu garotão no colo (só quando não estou morta de cansada), deixo ele deitar em cima de mim (evitando joelhadas na barriga), enfim, tento não mudar tanta coisa de uma vez só.

 Muitas pessoas que sabem que estou grávida e me veem carregando o garotão me dizem que eu não posso carregá-lo por causa do neném. Acho que é muita carga para o nosso Garotão perder as coisas por causa do neném... Ele tem que amar o neném, conhecer o neném. Sim, as coisas irão mudar, mas que ele nunca veja que perdeu a mamãe ou o papai e sim, veja que ganhou um presentão: o neném!

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Parceria família x escola: a parte dos pais



A gente sempre fala da necessidade da escola e a família terem um canal aberto de comunicação, né? Geralmente, eu cobro relatórios, contar o dia-a-dia e também, procuro contar tudo o que meu garotão faz em casa, pois na escola ele quase nunca demonstra aquilo que está aprendendo.

Então, contei pra professora como o Garotão aprendeu a identificar mamãe, papai ele e neném. Assim, ela começou a direcionar a chamadinha de uma forma diferente, para que ele pudesse aprender os nomes dos coleguinhas da sala.
Então, veio a surpresa: em uma semana, ele já estava apontando a Tia Cida na rua, e contando o nome de duas coleguinhas da sala: a Tedeca (Rebeca) e a Amana (Amanda), que são as coleguinhas que mais ‘curtem’ ele na sala de aula.

Como papais foi muito gostoso contar como que as coisas que fazemos em casa funciona,  e, tão gostoso quanto é ver que os professores também são legais e assimilam aquilo que falamos. E, o melhor, é ver o quanto o desenvolvimento do Garotão tem crescido e aprendido simplesmente porque estamos compartilhando aquilo que aprendemos.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Uma grande surpresa



Eis que os filhos são herança do SENHOR, e o fruto do ventre o seu galardão. 
Salmos 127:3
Terça-feira (31.07.12) tivemos uma grande surpresa: o nosso garotão vai ganhar um irmãozinho!

Pois é, estou grávida! Estou mais de um mês atrasada. Como eu já tive ciclo anovulatório e estive muito envolvida com a minha pós-graduação, nem dei muita atenção a esse atraso. Mas, chegamos ao limite: ontem de manhã fiz o teste de farmácia e depois, corri para o laboratório para fazer um de sangue. Quando vi o resultado do teste de farmácia, não acreditei muito. Depois que vi o resultado do exame de sangue, continuo sem acreditar muito. Fizemos a ultrason, e já estou com 8 semanas!!

Assim que tive o resultado do laboratório, liguei para a secretária da minha GO para tentar marcar. Mas, tá difícil. Então, pedi para ela tentar adiantar alguma coisa, como pedir as requisições para que eu possa já ir adiantando os exames.

Mas, o mais gostoso foi contar para o nosso garotão. A impressão que temos é que ele não consegue chegar a essa ideia de que vai ganhar um irmãozinho. Ensinamos pra ele apontar pra minha barriga e falar “neném”. Tá sendo muito gostoso. Ele aponta pra mim e diz mamãe, aponta pro pai, e diz papai. Aponta pra ele e diz “Ciciado (Carlos Eduardo)”. Depois, aponta pra minha barriga e aponta “Neném!”. Lindo, né?

E, agora, vamos partir para mais uma fase da vida!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Construindo Identidade



Vocês serão o meu tesouro pessoal dentre todas as nações.
Êxodo 19:5 (NVI)
Nesses dias que estamos aqui no Rio de Janeiro, nosso garotão (3 anos) parece que está dando saltos de progressos. Uma das novidades é que parece que ele está começando a construir identidades, quem é quem.
Até um tempo atrás, ele só reconhecia as pessoas (inclusive ele mesmo) em fotografias ou desenhos. Mas, aqui no Rio, ele começou a apontar para si mesmo e dizer seu próprio nome. Ficamos empolgadíssimos com essa novidade. Mas, ele não parou por aí, não!
Ele começou a pegar o chinelo dele e falar o nome dele. Depois, pegar o meu chinelo e falar: ‘mamãe’. Depois, pegar o chinelo do pai e falar: ‘papai’. E, assim com o tênis, a sandália. Ainda não tentamos outros objetos, mas ele consegue identificar o que é dele, o que é do pai, o que é da mãe.
E, ele continuou avançando: agora, ele aponta para nós e pergunta: “quem é?” (só que quando ouvimos, parece que ele está falando ‘Noé’! Nós custamos a entender que ele estava perguntando... foi cômico!). Então, nós respondemos: “Mamãe!”, se ele aponta pra mim. Ele repetiu por uns 3 dias isso comigo, com o pai e com ele mesmo. Hoje, para a nossa surpresa, ele apontou para uma colega minha de sala e perguntou: “Quem é?”. Fizemos uma festa muito grande. Mas, ele começou apontando: Papai, Mamãe, ele, depois a minha colega de sala.
Tem sido um processo gostoso demais de acompanhar, de curtir. Festejo sempre, sempre. É como se cada vez que ele repetisse esses exercícios, fosse um presente pra ficar bem guardadinho no coração!