terça-feira, 8 de maio de 2012

Mordidas




Justo é o SENHOR em todos os seus caminhos, e santo em todas as suas obras.
Perto está o SENHOR de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade.
Ele cumprirá o desejo dos que o temem; ouvirá o seu clamor, e os salvará. 
Salmos 145:17-19
Meu filho está numa fase muito difícil. Está me mordendo muito. O detalhe é que nem sempre é de raiva (aliás, quando ele está com raiva, a mordida não é a primeira opção dele para protesto).

O detalhe é que ele só me morde: não morde o pai, nem os avós, nem os tios. Às vezes, do nada, ele para do meu lado e lasca uma mordida. Outras, eu estou com ele no colo, ele me puxa os cabelos e força para morder o meu nariz (de onde ele tirou isso?). E, para mim, a pior parte, é quando vamos colocá-lo para dormir, estamos quietinhos, ele simplesmente vira e mete o dente na minha bochecha! E aí, acabo dando um berro, claro, e vejo o meu filho morrendo de rir.

Estou sem saber o que fazer para ser muito sincera. Me recomendaram não me manifestar, pois qualquer manifestação minha seria um reforço positivo às mordidas. Isso é o mais difícil de fazer. Como não brigar? Como não dizer “não morde!”? E, o  pior, como não gritar de dor (dói abessa!).

Outra recomendação que me deram foi observar os momentos que ele faz isso. Geralmente ele me morde do nada. Simplesmente me pega e morde. O que eu reparei é que com as viagens do pai (chegada ou saída) a incidência de mordidas aumenta bastante. E, não sei como trabalhar isso.

Mas, vamos lutando, não é?
Vou em busca de uma solução. Estou lendo um artigo que fala como cuidar desse tipo de agressão. Uma hora dessas vou tentar por em prática. Pode ser que apenas o tempo arranje uma solução. Mas mesmo assim, a gente vai curtindo o máximo esse garotão, que pode morder o que for, mas é o meu garotão!