segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

A consulta com o primeiro Neuropediatra


A otorrino estava nos acompanhando de uma forma incrível. Pediu um outro exame, o BERA (clique aqui para saber como foiessa experiência) para que, quando fôssemos a um neuro, já teria os exames prontos, o que diminuiria as caminhadas em busca de um diagnóstico. O BERA deu negativo, o que confirmava ainda mais que não havia nada físico. Então, a otorrino nos deu um encaminhamento para fonaudiólogo e para neuropediatra (agora um, encaminhamento decente, aceitável por um plano de saúde).
Assim que saímos da consulta com a otorrino, fomos atrás de um neuropediatra. Aqui, onde moro, eu conhecia apenas uma neuropediatra de referência. E, a otorrino indicou uma outra neuropediatra. Entrei em contato  com ambas e não havia vaga para elas. Não havia nem como marcar.
Então, procuramos um neuro da nossa lista do convênio. Marcamos a consulta pra 15 dias pra frente (primeira quinzena de julho de 2011). Foram duas semanas de ansiedade, imaginando que ali teríamos algo que nos direcionasse no cuidado com nosso filho. Em nosso coração, o atraso na fala do meu filho ainda era consequência das viagens a trabalho do meu marido.
Enfim, chegou o dia da consulta. Esperávamos investigações, exames, e tantas outras coisas. Nada, nada, nada. O médico não perguntou nada. Tentamos contar um histórico do meu filho e o médico nem ao menos deu atenção. Tudo o que levantávamos de possibilidades, ele descartava, sem qualquer investigação.
No final, recebemos uma receita de uma ‘vitamina’ para o cérebro e uma recomendação para que voltássemos daí um mês, pois ele estaria falando normalmente.
Obviamente, não voltamos e resolvemos que iríamos conseguir de qualquer forma uma brecha na agenda daquelas neuropediatras. Tínhamos que conseguir! A nossa tranquilidade dependia disso!
Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. 
Mateus 7:7