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sábado, 12 de janeiro de 2013

Série Pérolas do Garotão: Dando uma de Mestre Yoda



Ontem e hoje (12.01.13) não consegui entender o meu Garotão (3 anos 7 meses) por um motivo simples: ele simplesmente resolveu inverter a ordem das palavras nas frases...
Lá vem as pérolas...
“Papá vou fazer”
“Banheiro mão lavar”
Se ele falasse tudo claramente, não teríamos problema em compreender o que ele fala... só que, ainda não fala nada tão compreensivo... então, a confusão na nossa cabeça é enorme, né? Mas, vivendo, conversando e entendendo!!!
É o nosso Mestre Yoda!!!

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Passeando no RioZoo



Da boca de pequeninos e de criancinhas de peito tiraste perfeito louvor. 
Mateus 21:16
No sábado (21.07.12) escolhemos fazer um passeio no zoo. Dentre todos os pontos que o Rio de Janeiro oferece, eu curto muito o zoo. E, dessa vez, eu estava mais animada ainda.
O nosso Garotão (3 anos) tem falado muito o nome dos animais. Ele tem em casa vários livrinhos com animais, então, ele praticamente já decorou todos os bichos que tem no livro (digo que decorou mesmo, pois volta e meia, do nada, ele começa a repetir a sequencia dos bichinhos dos livros). Eu fiquei então imaginando que nesse passeio, talvez tivéssemos a chance de vê-lo empolgado ao ver os bichos no zoológico.

Acordamos às 8h para a grande aventura. Fiquei com um pouco de medo pois o dia parecia muito frio e nublado. Mas, no meio do caminho vi os raios de sol invadindo o Rio de Janeiro e cheguei a conclusão que iríamos carregar as blusas de frio todas na mão.
Entramos no zoo e o Garotão já entrou bem empolgado, andando sozinho. As araras do primeiro viveiro estavam agitadas e cantando abessa. O garotão olhava encantado e nos puxava para onde elas estavam mais perto. Colocamos o Garotão no colo para ele ficar ainda mais pertinho das araras e ele sorria. E, então, ele apontou e disse: “Sassainho!”. Falou bem baixinho. Então, ficamos repetindo pra ver se ele conseguia falar “Arara”,mas ele não falou.

Mas, quem disse que o Garotão queria ficar parado em um bicho só? Não! Ele foi logo nos puxando para que andássemos. Estava animado! Então fomos para a sessão das ‘cobras e lagartos’. Ele viu a tartaruga, a cobra, o sapo e a iguana. Não, ele não apontava os bichos espontaneamente e dizia o nome dos bichinhos. Tínhamos que apontar para ele, era difícil fazer com que o garotão focalizasse os bichinhos. Facilmente seu olhar se fixava num ponto e se perdia. Era um exercício e tanto chamar a atenção do Garotão para os bichos. Mas, claro, teve a pérola na sessão de cobras e lagartos. Nós mostramos o iguana pra ele, falamos ‘iguana’, e o Garotão respondeu: “Jacaré!” Não tinha quem o convencesse que o nome do bicho era iguana... hehehehe!

Depois voltamos a passear com o Garotão no zoo. Ele apontava as araras e dizia ‘sassainho’. Mas, ainda assim, ele não tinha paciência de ficar parado vendo os bichinhos. Não se ligou no hipopótamo e nem no jacaré de verdade.

Os próximos bichos que empolgaram o Garotão foram os macacos. Ah, se os macacos estivessem animados, o Garotão olhava e ria! Ria, mas para falar macaco, nós tínhamos que repetir várias vezes, para que ele repetisse também.

Outro bicho que ele identificou foi a raposa. Ela estava correndo, ele olhava, nós falávamos raposa e ele repetia. Só que o Garotão não ficava apenas na raposa não. Ele começava a recitar todos os bichinhos do livro “No Bosque”. Nós morríamos de rir. E, depois, ele também invocou que o furão era uma raposa. Nós apontamos e dissemos: ‘furão’. Ele encrencou e começou: “Raposa! Coelho!...” e todo os outros bichos (como é que ele consegue guardar tudo de cor nessa cabecinha, né?).

A grande frustração foi que ele não se empolgou muito com o elefante... Achei que ele fosse chegar apontando, falando... mas não. Primeiro, ele queria entrar no parquinho do zoo (aí, armou uma confusão daquelas). Depois que fomos ao parquinho, ele não se empolgou tanto com o elefante. Mas, faz parte, né? Nem tudo é como se espera.

Depois de passearmos pelo zoo, fomos almoçar, e o Garotão comeu muito bem abessa! Comeu direitinho, sem problemas, se comportou maravilhosamente bem.

O passeio no zoo foi muito, muito bom. Sim, eu esperava que passeássemos e ele apontasse para os bichos como ele aponta para os números, letras e carros. Talvez, lá no fundinho, até esperasse que fosse um passeio como a maioria das crianças estava fazendo. Mas não, foi um passeio incrível, do nosso jeitinho. Fantástico.

domingo, 15 de julho de 2012

O Sabor de uma Batatinha-Frita Quente



Hoje saímos de casa pra resolvermos algumas coisas e, como estaremos viajando amanhã, resolvemos almoçar fora, em um restaurante self-service com churrasco (eu amo!).  Fiquei impressionada o quanto o nosso Garotão estava animado com a  idéia de almoçar fora.  Pode acreditar, ele começou a balançar as mãozinhas, a vibrar, a fazer uma festa inteira. Meu marido falou que também ficou surpreso no dia anterior, quando ele estacionou o carro em frente ao restaurante o Garotão ficou querendo entrar e ficou muito triste de não ter ido. Achei legal saber que o Garotão gosta muito de comer fora.

Mas, vamos ao evento especial. Fiz o prato dele do jeitinho que ele gosta: arroz, feijão, batatinha frita queijo e carne. O moleque acabou com a batatinha frita antes de o pai dele terminar de fazer o seu próprio prato.  Então, meu marido chegou e colocou as batatinhas dele no prato do Garotão. O Garotão atacou a batatinha, pegou na mão e a largou em cima da mesa e disse: ‘quente!’ Eu fiquei emocionada demais, quase chorei! (acho que essa deve ser a frase que mais escrevo, né? Sou muito chorona!). Claro, ele ficou nervoso, mas o que mais me marcou é que pela primeira vez ele expressou uma dor em palavras! Uma sensação em palavras!

A questão do ‘quente’ para nós já foi um grande problema: quando ele queimou a mão/boca pela primeira vez e eu disse que tava quente. Desde então, falar ‘quente’ desperta nele uma reação muito grande: ele se bate, ele me bate, bate em quem estiver perto. Para ele, falar ‘quente’ é como se ele estivesse realmente sentindo a dor do ‘quente’. Mas, hoje foi a primeira vez que ele mesmo usou a palavra quente para descrever uma sensação dele.
Mas já há um tempo que ele começou a usar palavras para definir algo que ele queira ou descrever uma ação. Por exemplo, ele já usa ‘ate’ pra chocolate (não pede, mas descreve o que está comendo), boo, para bolo; eit, para leite. Ele fala as cores, os números e os aponta. Quando algo cai, ele diz ‘caiu!’. E, uma novidade de hoje: ele disse ‘mimi’, na hora de ir pra cama de tardinha...

Tem sido muito gostoso essa caminhada gostosa de desenvolvimento, de descobertas,  de progressos. Uma caminhada com um sabor magnífico de vitória.


Celebre Ao Rei
Alegria do Senhor é a nossa força
A Ele toda honra e toda a glória
Todo o domínio e majestade pertencem
A Ele para sempre amém

Alegria do Senhor é a nossa força
A Ele toda honra e toda a glória
Todo o domínio e majestade pertencem
A Ele para sempre aaaamém

Celebre ao Rei, Exalte ao Rei
Move os céus com sua adoração
Celebre ao Rei, Exalte ao Rei
Move os céus com sua adoração
Celebre ao Rei, Exalte ao Rei
Se necessário for
Tire o pé do chão!!

segunda-feira, 5 de março de 2012

Novidades e Novidades


Que darei eu ao SENHOR, por todos os benefícios que me tem feito? 
Salmos 116:12
Estamos acabando de presenciar uma grande novidade: nosso garotão, de 2 anos e 8 meses está contando de 1 a 10 nos dedos! É impressionante!
Nós nunca paramos para ensinar, mas sempre contamos junto com ele, sem forçar ou cobrar nada... E, hoje, nosso garotão apareceu fazendo isso pela primeira vez. É a coisa mais linda de se ver... ele vai levantando os dedinhos e dizendo do jeitinho dele ‘um, dos, teis, caco...’ é tão lindo... Ficamos pensando como é que ele aprendeu. Será as aulinhas na escola? As aulas da escolinha especial? Seja lá onde for, é interessante como ele guarda tudo nessa cabecinha linda e depois, demonstra o aprendizado dele.
E, estamos indo bem na escola. Ele ainda chora ao entrar, mas se sente protegido quando a professora ou a apoio o pega do nosso colo. No apoio da escolinha especial, ele ficou bem hoje. Chorou no início, mas ficou bem quase que o tempo inteiro. No finalzinho ficamos de ‘butuca’ ouvindo e do jeito que a professora falava, ficávamos impressionados, porque parecia que ele estava prestando atenção em tudo. Pelo que ouvimos, ela estava ensinando a ele como reconhecer as letras.
E, na fonoterapia, ele também ficou bem. Não chorou para entrar na sala e brincou. A fono disse que ele não falou nada, só cantou um pouquinho, mas tudo bem. Logo ele se solta.
São muitas e muitas vitórias. Além de tudo isso, ele ainda disse ‘vovô’ e ‘vovó’ para os avós paternos. Isso é muito lindo. E, já chega na casa deles pedindo o colo do avô.
Meu filho está ampliando o círculo de relacionamento dele, círculo de pessoas a quem ele demonstra amor. Isso é prova do cuidado de Deus para conosco, afinal, é muita vitória!
Sempre que temos um passo dele ou que ele confirma cada passo, paramos para agradecer a Deus tudo isso. O Senhor tem sido, e sempre será Maravilhoso!
Mais uma vez, Obrigada, Senhor!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Ah, que doce música para os meus ouvidos...


Exultai no SENHOR toda a terra; exclamai e alegrai-vos de prazer, e cantai louvores. 
Salmos 98:4

Ser mamãe de uma criança especial tem sabor de momentos especiais. Temos lutado para que nosso filho exponha todo o vocabulário aprendido durante os seus 2 anos e 8 meses de vida... Então, coisas que seriam normais para qualquer criança, para nós, tem sabor de um grande evento.
Sabemos que ele entende tudo o que falamos, mas falar, se comunicar, ele não fala, não se comunica, não se relaciona.
Mas, hoje, dia 30 de janeiro de 2012, recebemos um grande presente: estávamos querendo colocar o garotão pra dormir antes da sessão de fonoterapia e o papai saiu da cama. Falei pra ele chamar “papai...” e ele chamou! Chamou até o papai chegar na cama. Quando pedi pra ele repetir ele disse: “mamãe”... Gente, pulei de alegria, apertei, apertei, fiz cócegas! E, na esperança de receber as cócegas, chamava cada vez mais ‘mamãe’. Ah, que música mais gostosa para o ouvido de uma mãe!
Ainda não sei se ele só associou a palavra às cócegas ou se já sabe chamar mamãe, quando precisar. Não sei, mas pra mim, ele chamar mamãe, pedindo cócegas, já é uma grande vitória!
(Ah, claro, tenho certeza que o papai deve ter ficado feliz da vida, que pra cada 2 mamães, saía um papai... hihihi).
Ah, não é a primeira vez que nosso garoto fala papai e mamãe. Por serem momentos tão raros, guardamos todos eles, anotamos todos eles, pois cada um desse momentos tem um sabor de vitória.

Exultai no SENHOR toda a terra; exclamai e alegrai-vos de prazer, e cantai louvores. 
Salmos 98:4

Ainda estamos escrevendo toda a história do diagnóstico do nosso filho. Se quiser saber como começamos essa jornada, é só ler as seguintes páginas: