Eu
te louvarei, SENHOR, com todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas.
Em ti me alegrarei e saltarei de prazer; cantarei louvores ao teu nome, ó Altíssimo.
Salmos 9:1-2
Em ti me alegrarei e saltarei de prazer; cantarei louvores ao teu nome, ó Altíssimo.
Salmos 9:1-2
Hoje foi um dia muito especial por muitos
motivos. Eu terminaria o módulo presencial da minha pós amanhã, mas Deus,
maravilhosamente, orientou os meus professores para que antecipassem o fim para
ontem.
Além disso, não estávamos conseguindo
trocar a nossa passagem pra ontem, estava ficando muito caro. E, Papai do Céu
ajudou ao meu marido achar a passagem em outra companhia e trocamos a passagem
para o meu próximo módulo.
E, hoje, estamos passando um dia maravilhoso
em família com diversas surpresas do meu garotão.
Como ficamos 15 dias fora e chegamos ontem,
mais de uma da manhã, não tínhamos nada para o almoço hoje. Liguei para minha
mãe (mãe, tudo de bom, né?) e perguntei se podia almoçar com eles... E, lógico,
ela amou a ideia.
Então, os momentos especiais começaram a se
multiplicar:
Quando falei que íamos pra casa do vovô e
da vovó, o menino começou: Vovô! Vovó! Papai! Mamãe! Ah, foi de arrepiar!
Abraçamos ele e apertamos muito!!!
Na casa dos avós (meus pais): Vovô! Vovó!
Papai! Mamãe! Gente, que delícia! Meus pais também se derreteram! Fomos todos
apertar o moleque (e ele morrendo de rir, é claro) e comemorar esses momentos
especiais. Passei o almoço todo equilibrando as lágrimas nos olhos, para não
desabar na frente dele.
Passamos o almoço todo considerando esses
passos maravilhosos que nosso garotão vem dando. Rimos muito. Voltamos para
casa e fomos descansar, pois iríamos visitar os meus sogros. Pensamos que as
surpresas do dia estavam acabadas. Tanto que meu esposo disse que não levaria a
câmera pois não iríamos usá-la.
Será?
Chegamos na casa dos meus sogros, depois de
um caminho cheio de engarrafamentos e de um garotão sem nenhuma paciência.
Depois do lanchinho, o garotão, por um milagre, fica pelo menos 5 minutos no
colo da avó paterna! Gente, foi muito emocionante! Afinal, ele interage muito
pouco com ela. Ele brinca muito com o avô, mas com a avó, é muito difícil. Mas
ele foi na varanda no colo dela, viu os carros, cantou “Boboisha” (motorista),
voltou pra sala, sentou no sofá no colo dela e ficou muito, muito tempo no colo
dela! Ficamos emocionados com isso... é um grande passo, mais uma grande
vitória! Mais uma pessoa que consegue se ‘achegar’ a ele! Ah, se estivéssemos
com a câmera! Tivemos que usar a câmera do celular, né? Mas deu pra registrar
esse momento tão lindo!
E, pensa que acabou?
Quando chegou a hora de irmos embora,
dissemos pra ele dar um abraço no vovô e na vovó pra irmos embora. Geralmente
isso nunca acontece. Temos que pegá-lo no colo para que os avós possam
abraçá-lo e beijá-lo. A surpresa da noite: ele foi de braços abertos para o
vovô, e depois para a vovó! Assim, fomos para o carro para irmos para casa.
No carro, fiquei refletindo com o meu
marido: O que faz do meu filho uma criança especial, não é a dificuldade que
ele tem, mas a quantidade e a intensidade dos momentos especiais causados por
cada pequeno passo.
Cada palavra nova, cada palavra repetida é
motivo de festa. Cada abraço, cada beijo recebido, também é motivo de festa.
Esses momentos são intensos, de grande valor. Cada vez que aparecem,
comemoramos como se fosse a primeira vez.
Sim, meu filho é uma criança especial, e eu
tenho uma vida recheada de momentos intensamente especiais!