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quinta-feira, 12 de março de 2015

A evolução da expressão artística de uma criança autista

Estender-se-ão os seus galhos, e a sua glória será como a da oliveira, e sua fragrância como a do Líbano. Oséias 14:6

Eu estou admirada em ver o quanto o nosso Garotão ( 5 anos 9 meses) está evoluindo na escola. Não apenas na leitura, escrita e matemática, mas ele passou de uma criança que rejeitava qualquer tipo de instrumento de registro (lápis, caneta, tinta, giz de cera) (Veja aqui) pra um colorido rico e criativo.
Quase sempre choro em pensar que há pouco mais de um ano ele se despertou para o registro (Contei aqui), e agora, podemos ver o quanto ele curte colorir...
O que mais me impressionou foi a evolução rápida. Na sexta, apenas tentativa de cobrir o desenho e em apenas uma cor. Hoje, usando as duas mãos, ao mesmo tempo, ele coloriu a atividade. Diversificou nas cores, respeitou ainda mais os limites... Não ficou lindo?
Como não amar? Como não chorar?

Essa evolução até mesmo chamou a atenção da professora de artes dele, que o acompanha desde o Grupo III (ele está no Grupo V), que está impressionada em ver como ele evoluiu no registro e na arte.

Garotão, mamãe está mega orgulhosa de você!!!

sexta-feira, 6 de março de 2015

Primeiro dia de aula 2015



Todo início de ano letivo vem com a preocupação: como a duplinha irá encarar o início de mais um ano? Garotão, último ano de Educação Infantil. Princesa, segundo ano na escola, mas primeiro dia de aula junto com todas as crianças (Contei aqui que ela começou a estudar quase um mês depois do início do ano letivo ). E, meu coração batendo forte.
Saímos então de casa, andando com a dupla bem animada e ansiosa. Princesa ganhou uma mochila nova, de rodinhas, e fez toda a distância levando a mochila. Garotão, também animado. Chegamos na escolinha e mesmo com a apresentação tradicional com todos aglomerados no refeitório, os dois aguardaram com tranquilidade. Acabou a reunião, fomos levar cada um pra sua sala.
A Princesa ficou com a mesma professora e a mesma sala do ano passado. Chegou na porta da sala, foi entrando, pegou o cavalinho vermelho que adora e nem me deu tchau.
Garotão, sala nova e cadeiras em nova formação (em fila), professora nova e a mesma estagiária. E, o Garotão entrou com uma tranquilidade incrível.

E, assim, marido e eu saímos da escolinha boquiabertos. Meio sem saber o que falar e o que fazer. Afinal, achávamos que ficaríamos um tempão consolando a duplinha... mas que nada... Simplesmente, assim, ficaram.
Como essas crianças nos surpreendem, né?